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Metodologia 6D: o que é e como aplicá-la na educação corporativa

Se você trabalha com T&D já enfrentou o desafio de ouvir que treinamentos são gastos e não investimentos, pois as 6Ds podem ajudá-lo a mensurar os resultados para o seu Negócio e, consequentemente, conseguir mais investimentos para a sua área.

Funciona como um passo a passo para o desenvolvimento de pessoas que liga metas de aprendizado a metas empresariais e tem com foco aprendizado corporativo para produzir resultados para a organização. A abordagem surgiu com o livro “6Ds – As Seis Disciplinas Que Transformam Educação Em Resultados Para o Negócio”, de Cal Wick, Roy Pollock e Andy Jefferson, lançado inicialmente nos Estados Unidos, em 2011.

Agora, as 6Ds estão chegando forte às empresas brasileiras, e com razão. O objetivo da metodologia é dar ferramentas para a elaboração de programas de treinamento com a geração de resultados mensuráveis ao que mais importa: alta performance e ROI.

Funciona como uma nova forma de pensar, desde a determinação dos resultados para os Negócio até a documentação dos resultados obtidos pelo programa ou jornada de aprendizagem.

Você, líder de recursos humanos, pode contribuir muito para organização a partir de práticas desenvolvidas a partir das 6 disciplinas. Os impactos são positivos em diversos campos: comportamental, motivacional, técnico e financeiro.

Neste artigo, conheça, no detalhe, as 6Ds e descubra por que são tão importantes para a educação corporativa .

As 6Ds da metodologia

  1. Determinar os resultados para o negócio

Como em qualquer planejamento, é preciso estipular metas e objetivos, e o investimento em capital humano é a maior fonte competitiva que qualquer organização pode possuir Por isso, o primeiro “D” diz respeito à determinação dos resultados de negócio esperados por um programa de aprendizagem

Nesta etapa, pergunte-se s como essa iniciativa irá beneficiar o seu Negócio e  como você saberá disso. Conte com o apoio de stakeholders que auxiliem nesse diagnóstico.

  1. Desenhar uma experiência completa

Este segundo estágio consiste em desenhar o processo de como transformar o aprendizado em resultados empresariais. Exatamente, o desenvolvimento é um processo e não um único evento .

O aprendiz deve conseguir ver como o aprendizado o auxiliará em suas tarefas cotidianas, base da andragogia – aprendizagem de adultos . Ou seja, deve entender como transmitir o que foi aprendido para o ambiente ao seu redor, entender o impacto nos resultados da empresa e a importância do setor de T&D.

  1. Direcionar a aplicação

O terceiro D, direciona a aplicação, diz respeito ao desenho instrucional que devem determinar o que os participantes devem fazer diferente e melhor após a aprendizagem.

Seu conteúdo precisa remeter à realidade, pois dessa forma os alunos captarão com mais facilidade o que irão aprender. Considere também discutir ajustes ao decorrer da aplicação de um treinamento, colhendo os feedbacks dos colaboradores.

  1. Definir a transferência do aprendizado

A D4 atrelada ao D5 define como será a transferência do aprendizado, ou seja, após a ação de aprendizado devem ser executadas ações que definam, meçam e recompensem os resultados. Neste caso, é conseguir transmitir ao participante de um treinamento a viabilidade do alcance de metas, como também a capacidade de retransmitir aquilo que aprendeu.

Multiplicar um processo de aprendizado é fundamental para dar a velocidade necessária tanto na escola corporativa como nos resultados da companhia em si.

A transferência de aprendizado é o caminho para que o colaborador coloque em prática o que aprendeu de forma que melhore o desempenho de suas funções. 5. Dar apoio à performance

Neste quinto D, o respaldo da alta liderança precisa ficar mais evidente do que em outras etapas. Para cobrar alta performance também é preciso dar apoio. E esse papel não se destina somente ao gestor de recursos humanos, mas também a cada gestor de área.

Oferecer ferramentas de suporte, como uma plataforma de LMS (Learning Management System, ou Sistema de Gestão de Aprendizagem) , é uma ótima dica, além de estimular periodicamente o seu uso. Assim, os alunos podem receber constante orientação, de forma estruturada, para alcançar os objetivos de um curso específico.

  1. Documentar os resultados

Muitos consideram este como o ponto fundamental das 6Ds. É aqui que você constatará se o planejamento avançou ou não, pois, ao documentar os resultados de uma aplicação, saberá se os alunos adquiriram novas habilidades e conhecimentos em prol do crescimento da organização.

Essa documentação dos processos e dos resultados é essencial para os alunos, gestores de departamentos e diretores saberem o que está funcionando e qual o impacto para o negócio.

Uma forma eficaz de mensurar tudo isso é por meio da comparação do antes e depois, para identificar os reais avanços, por exemplo.

Através da documentação dos resultados , você conseguirá engajar a alta liderança a investir em programas de aprendizado de longo prazo e de alto rendimento.

Gostou de conhecer sobre a importância das 6Ds para treinamento e desenvolvimento ? Essa é uma tendência que chegou para ficar também no mercado brasileiro.

Tem alguma opinião de como aplica-la no dia a dia da sua empresa e quer compartilhar conosco? Deixe seu comentário abaixo. Até a próxima!

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Por Giovanna Silva 30 de junho de 2026
Se você atua na área de Recursos Humanos ou Treinamento e Desenvolvimento, com certeza já ouviu falar no Modelo 70/20/10 . Desenvolvido na década de 1990 por Morgan McCall, Robert Eichinger e Michael Lombardo, o conceito revolucionou a forma como entendemos o crescimento profissional. A pergunta que você deve se fazer hoje é: se um colaborador com deficiência visual ou auditiva acessar seu treinamento agora, ele conseguirá concluí-lo com autonomia? Cursos acessíveis removem barreiras, apoiam as necessidades de diversos perfis de alunos e geram resultados mais sólidos para as organizações e suas comunidades. Seja implementando um novo LMS ou otimizando o ambiente atual, auditar seu conteúdo é o primeiro passo para uma cultura inclusiva. Para ajudar sua empresa nessa jornada, a Kaptiva disponibiliza hoje o Checklist de Acessibilidade oficial , um guia prático para avaliar e fortalecer suas práticas de design instrucional. O que compõe uma trilha de aprendizagem acessível? A acessibilidade não acontece por acaso; ela é fruto de um design deliberado. Baseado nos princípios globais de acessibilidade (POUR - Percebível, Operável, Compreensível e Robusto), separamos alguns pontos críticos que você deve verificar imediatamente em seus cursos: 1. Conteúdo de texto e estrutura Linguagem simples: o texto está escrito em um nível compreensível para a maioria dos usuários (equivalente ao nível de leitura do 7º ano)?. Hierarquia lógica: você utiliza cabeçalhos (H1, H2, H3) de forma ordenada para fornecer estrutura semântica?. Hiperlinks significativos: seus links descrevem o destino ou você ainda usa o genérico "clique aqui"?. 2. Elementos multimídia Texto alternativo (Alt Text): todas as suas imagens possuem descrições para leitores de tela ou foram marcadas como decorativas quando necessário? Legendas e transcrições: seus vídeos possuem legendas integradas e seus áudios contam com transcrições completas? Contraste de cor: os níveis de contraste entre o texto e o fundo são altos o suficiente para garantir a leitura por pessoas com baixa visão? 3. Navegação e testes de usuário Teste de teclado: é possível navegar por todo o seu curso utilizando apenas o teclado, sem o auxílio de um mouse? Consistência: as seções do site e do curso estão formatadas de maneira previsível e consistente? Por que baixar o Checklist de Acessibilidade? Melhorar a acessibilidade é um passo significativo para criar ambientes onde todos tenham a oportunidade de ter sucesso. Este material rico, estruturado para suportar desde revisões detalhadas de cursos até avaliações baseadas em padrões internacionais, ajudará você a avançar com maior confiança técnica. O bundle inclui checklists específicos para: Revisão de conteúdos de texto e multimídia. Instruções de tarefas e avaliações acessíveis. Aplicação dos princípios do Design Universal para a Aprendizagem (UDL).
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No cenário da educação corporativa e acadêmica de 2026, a acessibilidade digital deixou de ser um "item extra" para se tornar a base de qualquer projeto sério de aprendizagem . No entanto, muitos gestores ainda confundem ter uma plataforma online com ter uma plataforma acessível. A pergunta que você deve se fazer hoje é: se um colaborador com deficiência visual ou auditiva acessar seu treinamento agora, ele conseguirá concluí-lo com autonomia? Cursos acessíveis removem barreiras, apoiam as necessidades de diversos perfis de alunos e geram resultados mais sólidos para as organizações e suas comunidades. Seja implementando um novo LMS ou otimizando o ambiente atual, auditar seu conteúdo é o primeiro passo para uma cultura inclusiva. Para ajudar sua empresa nessa jornada, a Kaptiva disponibiliza hoje o Checklist de Acessibilidade oficial , um guia prático para avaliar e fortalecer suas práticas de design instrucional.
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